quarta-feira, 14 de maio de 2014

Os desejos de consumo vencem, quando não há planejamento definido

Sabemos o quanto é difícil para algumas pessoas controlar seus orçamentos. Além da falta de planejamento por parte dessas pessoas há que se destacar o esforço de propaganda das lojas, que em todos os momentos nos passam incentivos para consumir mais e mais.  

Os preços e as prestações

Nota-se que os homens possuem mais tendências para eletrônicos, artigos esportivos e tecnológicos e que as mulheres desviam sua atenção para o vestuário, bolsas e acessórios diversos. Mas em ambos os casos há um fator comum: muitas vezes não se leva em conta apenas o preço daquilo que é oferecido para a compra. E sim os prazos e facilidades oferecidos. (os comerciantes já sabem disso). Assim facilmente podemos cair na armadilha, quando vemos um celular novo (que não estamos precisando), mas que é vendido em 10 vezes “sem juros”... Como as prestações cabem no orçamento compramos. E pouco a pouco uma bola de neve vai se formando nas faturas dos cartões de crédito, os quais, por sua vez, nos dão a impressão de que não estamos gastando no momento, pela falta da visualização do dinheiro em espécie.

O orçamento familiar e o planejamento

Por outro lado, com um planejamento familiar, as despesas são controladas e cada membro da família pode ter a exata ideia de como estão as finanças. Uma frase que podemos assimilar e usar em cada caso de compulsão por uma determinada compra é acostumar-se a fazer as pergunta:  “você precisa disso mesmo?”, “Eu vou usar isso?”. Na maioria dos casos a resposta será não e você desistirá de fazer aquela compra por ser desnecessária.

O hábito de poupar

Aprendi há tempos que nunca é tarde para começar. Primeiro temos que por em ordem todas as contas. Depois disso, as pequenas quantias, trocos ou dinheiro que você não esperava receber, podem ser guardados em uma caderneta de poupança ou qualquer aplicação que você prefira. Quando você atingir determinado valor poupado saberá a importância daquele gesto e logo ficará acostumado com o hábito de economizar. Mas alguns diriam: economizar para que? E eu respondo: para que você se dê o direito de ter uma reserva para um caso de emergência, uma necessidade real, ou uma compra de algo almejado por toda a família. Isto, além de educativo, fortalecerá os hábitos de poupar e seus filhos aprenderão certamente os benefícios deste comportamento.

Resumindo: você tem que saber quanto efetivamente ganha ou o que sua família recebe (renda familiar). Depois disso deve relacionar suas despesas, duas dívidas, prestações, de forma que fique sabendo exatamente sua situação financeira e possa se programar. Em segundo lugar ter em mente o que você precisa e não se deixar levar por impulsos que o façam sair do controle e consumir sem necessidade.

E por último economizar sempre que puder. Dormir bem, sem os pesadelos de dívidas ou de prestações que não poderão ser pagas e que acarretarão juros e mais despesas, vale a pena!

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