quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Os amigos virtuais proporcionados pela tecnologia das redes sociais

Quem disse que os amigos “virtuais” não são importantes? Quem falou isso errou, em minha opinião. Há que se separar nas redes sociais, por exemplo, aquelas postagens destinadas especificamente para propaganda ou para disseminar algo. É o caso de aprimorarmos nossos filtros, instantaneamente, como nossa mente proporciona, e delas participar. Para quem trabalha com a internet o jeito é estar sempre no computador. Volta e meia uma conferida nas redes sociais preferidas, um envio de uma foto para os amigos ou para a família. Tudo isso é gratificante.

Como alguém poderia imaginar há alguns anos você comentar um assunto, nacional ou internacional e poder interagir com as pessoas que pertencem a seu círculo de amizades em uma rede social? Hoje essa possibilidade é real e fantástica.

NOSSOS AMIGOS VIRTUAIS

Conhecer uma pessoa por aquilo que ela escreve é especial, para mim. Pouco a pouco você vai recebendo informações e conceitos e podendo formar uma opinião sobre aquela pessoa.

Como somos humanos e imperfeitos é lógico que nossos comportamentos se traduzam de igual forma pelas redes. Depois de postado ou comentado sua palavra não pode ser mudada, apenas modificada, se necessário for. Mas as impressões emitidas já foram! É preciso apenas um pouco de atenção ou bom sendo nessas participações.

Aprendi a valorizar muito e dar muita importância a meus amigos virtuais, alguns deles não tão virtuais assim, pelo fato de nos conhecermos pessoalmente. Aprendi a valorizar a beleza de um conteúdo, as virtudes de uma boa colocação dirigida aos amigos virtuais. E todos eles, fiquem certos, fazem muito bem a meu espírito. E algumas vezes sofro um pouco com isso também, pelo fato de que algumas pessoas não possuem o mínimo conhecimento sobre um determinado assunto e “atropelam” tudo e todos com seu despreparo.

O EXERCÍCIO DA TOLERÂNCIA É FUNDAMENTAL

Com relação a questionamentos, respostas ou comentários absurdos, que encontramos dia a dia nas redes sociais, adotei a seguinte linha de raciocínio: se um profissional mediano precisa estudar anos a fio para aprender sua profissão, ou seja, freqüentar escolar, ler muito, fazer faculdades, desenvolver seus serviços e assim conseguir ser uma pessoa média naquilo que faz, imagine aquele que se mete a tecer considerações sobre um assunto sem ter lido nada sobre o assunto! É o tal do “achismo”...

Um dia desses um conhecido meu perguntava e falava sobre a atividade de inteligência... Sabia que eu tinha prestado serviços nesta atividade, para o governo federal. E questionava coisas completamente fora da noção, do contexto etc. Ao que comentei e indaguei para ele: você já leu alguma coisa sobre a ABIN? (Agência Brasileira de Inteligência). E foi a minha vez de dizer: como é que uma pessoa pode comentar algo sobre um órgão, um tema, uma religião, sem pelo menos saber o significado de sua sigla? E sem conhecer como desenvolve suas tarefas, quais são suas atribuições etc. Seria um mínimo apenas para que essa pessoa se questionasse mais e procurasse aprender, ou não?    

Os benefícios das redes sociais são muitos para quem tempo suficiente. São frases, pensamentos, figuras, músicas belíssimas e intérpretes musicais espetaculares que circulam nas redes. Típico na internet eu observo que alguns assuntos, quando são totalmente desprovidos de conhecimentos úteis, estudos ou apreciações sobre temas importantes, esses precisam ser “garimpados” com a ajuda do Google ou outros mecanismos de pesquisa. Agora se for do tipo besteirol, coisas muito bizarras, uma briga qualquer ou pornografia, pode ter certeza de que possuem milhões de visualizações. Essas postagens se multiplicam de forma incrível. Progressão geométrica talvez seja pouca coisa para explicar o fenômeno.

Agora quando você faz um registro que considera de alguma forma enriquecedor sobre qualquer tema, se estiver fora dos itens acima, fique preparado porque um mínimo de pessoas vão ler. E das pessoas que leram o seu comentário, sua postagem, menos ainda vão compartilhar, mesmo nos casos em que tiver gostado do que leu. É da raça humana mesmo. Tudo aquilo que não presta, uma notícia ruim, um caso difamador sobre alguém, um aviso de morte, logo o mundo inteiro fica sabendo. Enquanto isso se por outro lado um pesquisador descobre uma vacina importante ou um tratamento específico que trará melhoras para todos nós poucos saberão de imediato.

Este meu próprio blog mantém registros que sinto vontade de externar. E sem vaidade nenhuma, nem as mínimas pretensões literárias. Mas é sempre bom quando alguém lê o que você escreveu, comenta alguma coisa. Melhor ainda quando gosta e faz um elogio! E completa nossa felicidade quando passa a participar de nosso blog, colocando seu e-mail no local apropriado para “seguir o blog”. Tenho uma amiga, chamada Aline, que é também uma grande amiga virtual, tanto que me segue com dois e-mails de sua própria pessoa e por vezes compartilha muitos artigos com seus amigos em suas redes preferidas.


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