Você já ouviu alguém dizer que: quando somos jovens, temos tempo, saúde, mas falta dinheiro; mais tarde, quando adultos, temos saúde, dinheiro, mas nos falta tempo! E finalmente, com a idade mais avançada, temos dinheiro, tempo, mas nos falta saúde! É incrível como esta constatação pode alcançar grande número de pessoas. Procuremos então um equilíbrio de forma a não fazer parte dessa constatação.
Assim estes três fatores: Saúde, Tempo e Dinheiro podem nos afetar de múltiplas maneiras. Atualmente há uma porção de ferramentas, práticas e ensinamentos que nos favorecem no sentido de regular nossas vidas.
Considero a Saúde como o fator mais importante, porque toda nossa existência depende dela, para possuirmos boas condições de vida. Assim a paz do corpo e a tranquilidade da mente são fundamentais.
Para administrar o tempo existem técnicas e só depende mesmo de você! Tenha suas rotinas, equilibre seus afazeres de modo a sobrar tempo para todas as atividades prazerosas e laborais da vida.
Para conseguir dinheiro também poderemos optar pela maneira mais sensata e segura, que é através do trabalho! E antes do trabalho, quando ainda jovem, através do estudo que vai lhe possibilitar muito sucesso na vida. Além do mais o dinheiro não é tudo na vida. Ajuda muito, mas não trás, por si só, a felicidade nem a alegria de viver. O dinheiro (ou mais propriamente a falta dele) pode trazer dificuldades para uma pessoa. No entanto o excesso dele pode levar a uma situação muito difícil para muitas pessoas e até complicar sua vida! Com as facilidades que o dinheiro proporciona as pequenas e médias conquistas deixam de ser vitórias e passam a se tornar simples rotinas. O meio termo, acreditamos que seja o essencial, em se tratando do dinheiro. O meu pai sempre dizia que o dinheiro só é bom quando o controlamos. A partir do momento em que ele nos controla, nos domina e passa a modificar a essência de nossa vida a coisa complica...
Portanto aparecem novamente os três fatores preponderantes em nossas vidas que devem atuar em conjunto e de forma bem harmônica. E dentre eles o mais importante: nossa saúde, um dom divino que devemos preservar enquanto pudermos. Isto porque uma pessoa com saúde pode superar tudo na vida e ser bastante feliz, independente do que possui, de bens materiais, de posses ou de poder. A felicidade pode lhe trazer o amor, em sua forma mais genérica, que é o de gostar das pessoas, dos afazeres do dia a dia, do trabalho, das atividades de lazer, enfim, de tudo. É um curtir a vida de uma forma muito especial!

Pelo contrário, com a falta da saúde tudo pode se tornar extremamente difícil e afetar nossa vida de muitas maneiras, tanto no corpo, quanto na mente. Com essas colocações é bom você refletir e analisar bem a sua situação e como esses três fatores atuam em sua vida!
Dedique um esforço maior para a manutenção de sua saúde, a bem de harmonizar todo o conjunto mencionado. Além disso, não perca e nem desperdice tempo! Aproveite-o da melhor maneira possível, inclusive quando decidir não fazer nada com ele. Simplesmente descansar... Graças a Deus fui abençoado com uma saúde razoável, com um trabalho bem diversificado em diversas etapas de minha vida e com um suporte financeiro que está muito longe de ser grande, mas o suficiente para uma vida serena e simples.
E por último, um pequeno recado: se você tem a graça de possuir o equilíbrio entre os três fatores mencionados, parabéns! Aproveite os momentos com sua família, amigos, curta bastante as atividade que gosta, aprecie a natureza, os animais, observe bem a beleza do sol, que nos ilumina todos os dias e sempre que possível olhe para as estrelas, que tornam evidente a grande do universo. Mas tenha sempre com prioridade o bom tratamento e convívio com todas as pessoas, em especial aquelas que o cercam!

O atrativo é grande, pelo visual dos programas. Os costumes mudaram muito e hoje em dia é comum observarmos grupos de amigos reunidos, casais, mas sem se falar! Trocando mensagens, assistindo vídeos e olhando o seu Facebook. Tudo é uma indústria e na internet nada é de graça, leve em conta isso.
E onde mora o perigo? Em meu entendimento acho que os mais jovens não podem ficar viciados em telinhas minúsculas durante horas e horas. O prejuízo será sentido talvez alguns anos mais tarde com as deficiências da visão. Mas durante esse processo outros malefícios podem ocorrer, pelo distanciamento das crianças, jovens e também adultos, do que é a verdadeira realidade.
Na hora “h” ele vai se deparar com os questionamentos e apelar apenas para aquilo que realmente aprendeu. Certamente há quem discorde disso tudo e que procura se enganar dizendo: “meu filho não é assim”, “ele tem horários para jogar”. Mas tenho certeza de que o vício está impregnado em nosso meio.
Há falta de escolas em tudo que é lugar. E naquelas existentes faltam professores de qualidade, material, estrutura, transporte para alunos, segurança e falta de currículos escolares que realmente possam dar suporte a um aprendizado digno. Na maioria das escolas o aluno sai despreparado para o mercado de trabalho, sem capacitação, e sem ao mínimo conseguir aprender de forma correta o seu próprio idioma. Além disso há escolas muito carentes nos diversos rincões do Brasil, nas quais não chega material de ensino adequado, fardamento para alunos, orientação para seus mestres, transporte escolar, enfim falta de respeito geral. É como se elas não existissem para nós.
Seria necessário, de forma incondicional, que os educadores tivessem um tratamento digno de suas funções, de forma que vivessem bem financeiramente, pudessem se dedicar a um aperfeiçoamento pessoal e funcional e principalmente pudessem ter uma segurança mínima em sala de aula, o que não ocorre em muitas escolas espalhadas pelo Brasil. Desses fatos podemos concluir que a impunidade, hoje alastrada pelo país, começa dentro das próprias escolas! O aluno briga, bate em professores, provoca tumultos e até afastamentos de profissionais do ensino e nada acontece com eles.
As matérias oferecidas nas grades curriculares, mesmo se fossem cumpridas à risca, estariam defasadas. O sistema não permite destacar, por exemplo, aqueles estudantes que tem potencial para esta ou aquela disciplina e promovê-lo adequadamente. Assim, em um movimento de “faz de conta que eu ensino” e “faz de conta que eu aprendo” os anos vão passando e milhares de vidas escolares vão se perdendo, ficando as crianças e jovens apenas com suas lembranças e suas ilusões. Algumas, quando entrevistadas, dizem que pretendem ser médicos, engenheiros e outras carreiras importantes... Infelizmente sabemos que dificilmente uma criança educada em uma área carente vencerá na vida. É triste este quadro, mas a constatação é verdadeira. As exceções são incrivelmente mínimas.
Muitos analistas se debruçam sobre os problemas da Terra Brasilis e estudam as suas principais causas. Chegam a conclusões bem aproximadas de um acerto total. Na área social residem os principais problemas: o desemprego, a saúde, a educação, a violência crescente, o aumento das drogas e da criminalidade, a falta de investimentos nos pontos necessários é um ponto chave para a questão.






Outro detalhe que acho bem importante na política partidária brasileira: não há programas definidos. Se existem estão apenas no papel para cumprir o que a lei determina. Pense bem: caso você peça para algum brasileiro dizer quantos partidos existem no Brasil... Alguém se atreveria a responder? E aprofundando um pouco mais: qual seria o programa ou ideologia por eles seguida? Ninguém sabe responder nada disso. Poucos estudiosos conseguiriam tal façanha. Os nomes dos partidos políticos formam uma verdadeira “sopa de letras”, como se diz em um jargão muito batido. É uma verdadeira festa! Tem lugar e partido político para todo mundo aproveitar um pouco!
Cada um com suas assessorias parlamentares que na maioria das vezes serve apenas para atender à imprensa e dizer que o fulano de tal não se encontra, que “está a serviço” etc. etc. Auxílio moradia, auxílio paletó, auxílio tudo... Mas o pior é que durante seus mandatos os políticos fogem totalmente de nosso alcance! Ficam bem longe do povo, na inércia de seus trabalhos.

Mas bem, vamos lá. Em início de carreira, voltava eu de um Curso de Formação na área de Inteligência, realizado em Brasília. Eu tinha 30 anos de idade. Foram seis longos meses de muito estudo, dedicação e interesse pelos conteúdos. As matérias, as aulas, os treinamentos e exercícios todos muito bem elaborados e um aprendizado muito importante para a minha profissão. Tudo isso com dificuldades por estar longe da família, além dos rigores do aprendizado, que mais tarde iriam ser muito úteis.
As informações estão bem dispostas no site da Agência Brasileira de Inteligência – a ABIN, cujas atividades citamos a seguir.
O importante mesmo é você definir tudo aquilo que precisa encontrar de imediato, escolher um local adequado e manter uma rotina de forma que todos ao seu redor saibam dessas pequenas (mas importantes) regras de organização.
Se a organização vai ajudar em sua vida eu tenho certeza disso. O simples hábito de guardar os objetos nos seus respectivos lugares, sejam eles quais forem, é muito importante. Por exemplo, desde criança eu gostei de lanternas, de tudo que é tipo! Não sei explicar o porquê disso. Quem sabe de onde vim não havia muita iluminação? Minha mãe sabia disso e de vez em quando me presenteava com uma lanterninha. E muitas pilhas... E isso se faz presente em mim até hoje, com uma diferença. Apesar de comprar às vezes lanternas simples e outras com novidades tecnológicas, procuro sempre mantê-las em locais estratégicos, de fácil acesso. E alertando a todos sobre aquele local. Assim ficará automatizada a sua busca quando necessário for.
Da mesma forma posso citar as ferramentas em geral (não precisa fazer um painel, como em uma oficina, basta que você saiba onde encontrá-las), os CDS de instalação para os computadores, o local para os remédios de um “kit” caseiro, onde guardar os carregadores para tudo que é equipamento... Saber onde está um alicate de pressão, uma chave inglesa, uma fita isolante, de imediato, pode ajudar muito! E somente a organização possibilita isso.
