Tal qual fantasmas das historias em quadrinhos, desenhos animados, eles apareceram de novo, mas em nossa vida real! Mas quem? Ora mais, só poderia ser uma enxurrada de políticos para tudo que é gosto. De tempos em tempos eles aparecem, pedem votos, fazem promessas incríveis e depois, se eleitos, somem!
Concordando plenamente que “política é tudo”, ao mesmo tempo em que discordo integralmente daqueles que fazem uma política partidária cercados de interesses, com objetivos dúbios. E mais do que isso, quando aparecem de forma hipócrita antes das eleições! Como são simpáticos, cheios de amor à Pátria e aos brasileiros... Eles prometem corrigir tudo, o que você imaginar. É uma desfaçatez quase generalizada, lamentável sobre todos os aspectos.
UMA POLÍTICA PARTIDÁRIA VOLTADA A INTERESSES
No meu entendimento a política partidária deveria existir, é óbvio, mas com regras bem rígidas de forma que um cidadão pudesse servir ao seu país somente por dois mandatos. E pronto. Assim os políticos profissionais, os vícios, os macacos velhos na arte, não existiriam. A “profissão” político deixaria de existir. Os salários deveriam ser atraentes e compensadores, mas não exorbitantes. E todos aqueles que se propusessem a exercer um cargo político saberia, de antemão, que não iria se perpetuar no poder, no cargo.
A POLÍTICA COMO PROFISSÃO
Outro detalhe que acho bem importante na política partidária brasileira: não há programas definidos. Se existem estão apenas no papel para cumprir o que a lei determina. Pense bem: caso você peça para algum brasileiro dizer quantos partidos existem no Brasil... Alguém se atreveria a responder? E aprofundando um pouco mais: qual seria o programa ou ideologia por eles seguida? Ninguém sabe responder nada disso. Poucos estudiosos conseguiriam tal façanha. Os nomes dos partidos políticos formam uma verdadeira “sopa de letras”, como se diz em um jargão muito batido. É uma verdadeira festa! Tem lugar e partido político para todo mundo aproveitar um pouco!
GANHAM MUITO E TRABALHAM QUASE NADA
Infelizmente o que se mostra abertamente no Brasil é um total descaramento da classe política, porque se acham intocáveis. As comissões de ética são feitas por eles, as Comissões Parlamentares de Inquérito também. Então pronto, novamente. Estão tranquilos porque quase todos tem o que esconder. E cada um protege o outro, em um corporativismo absurdo. O custo x benefício de cada político para o País é imensurável!
E AS BENESSES AUMENTAM
Cada um com suas assessorias parlamentares que na maioria das vezes serve apenas para atender à imprensa e dizer que o fulano de tal não se encontra, que “está a serviço” etc. etc. Auxílio moradia, auxílio paletó, auxílio tudo... Mas o pior é que durante seus mandatos os políticos fogem totalmente de nosso alcance! Ficam bem longe do povo, na inércia de seus trabalhos.
As reformas importantes, como a própria REFORMA POLÍTICA, não são votadas. Os códigos, as leis ultrapassadas, tudo vai sendo levado com a barriga. Trabalhar para que? Porque existe uma impunidade incrível e uma falta de mecanismo para que o povo, que elegeu, possa também desligar, ou seja, retirar aquele político que não esteja correspondendo aos anseios de quem represente.
AS PROMESSAS DE CAMPANHA
Sabedores de que no país as coisas não estão bem em muitos setores, para eles torna-se fácil prometer... “Vou melhorar a segurança pública”. Outro diz “se eleito for dou um jeito na área da Saúde” e por aí a lista de promessas se estende indefinidamente. E assim estamos novamente em uma campanha eleitoral, com centenas de cargos sendo disputados em todo o Brasil. E eles gastam com suas propagandas enganosas; aparecem tomando cafezinho, comendo pastel nas feiras, falando com o povo em todo lugar! Como são interessados pelo povo!
É como dizia um bordão antigo de um programa de televisão “Me engana que eu gosto!”.
E o que dizer das carreatas, dos sorrisos distribuídos em comunidades mais carentes, buscando a ilusão daqueles que desejam melhorias para suas comunidades? Boa parte deles são mais falsos do que notas de R$ 25,00 (vinte e cinco reais)... E o povo se ilude! Canta, pega bandeirinhas, guarda santinhos para depositar o seu voto, vibra com os discursos durante as carreatas, com os fogos de artifício soltados quando eles passam! É uma festa geral.
E DEPOIS DE ELEITOS?
Primeiramente os fantasmas desaparecem! E depois quase a totalidade daqueles que forem eleitos assume seus cargos e abandonam totalmente o povo. “Que se dane o povo, que se lasque”, como diria o personagem “Justo Veríssimo” criado pelo nosso saudoso Chico Anísio e também o “João Plenário”, personagem de outro programa de televisão, este que por sua vez anda com uma maleta repleta de papéis e vive tentando fazer todo tipo de falcatruas, de enroladas com o dinheiro do povo. Sabemos que existem exceções, como toda regra.
Bem, estamos bem no meio de centenas de políticos que nem esses personagens. Só nos resta a missão quase impossível de discernir onde está a verdade. É como procurar agulha em palheiro! Teremos, certamente, um lote muito grande de maus gestores em todas as esferas e de políticos, tanto nos municípios, quanto nos Estados. Serão centenas de semianalfabetos “mamando nas tetas da Nação”... Vejam na figura seguinte a profecia de Geisel sobre o quadro:
Estou convicto de que escrevo um quadro verdadeiro, da mesma forma que sei a falta de conhecimento da maioria dos brasileiros, que nem mesmo acesso à leitura possui. E que se interessa apenas pela sua sobrevivência.

Mas bem, vamos lá. Em início de carreira, voltava eu de um Curso de Formação na área de Inteligência, realizado em Brasília. Eu tinha 30 anos de idade. Foram seis longos meses de muito estudo, dedicação e interesse pelos conteúdos. As matérias, as aulas, os treinamentos e exercícios todos muito bem elaborados e um aprendizado muito importante para a minha profissão. Tudo isso com dificuldades por estar longe da família, além dos rigores do aprendizado, que mais tarde iriam ser muito úteis.
As informações estão bem dispostas no site da Agência Brasileira de Inteligência – a ABIN, cujas atividades citamos a seguir.
O importante mesmo é você definir tudo aquilo que precisa encontrar de imediato, escolher um local adequado e manter uma rotina de forma que todos ao seu redor saibam dessas pequenas (mas importantes) regras de organização.
Se a organização vai ajudar em sua vida eu tenho certeza disso. O simples hábito de guardar os objetos nos seus respectivos lugares, sejam eles quais forem, é muito importante. Por exemplo, desde criança eu gostei de lanternas, de tudo que é tipo! Não sei explicar o porquê disso. Quem sabe de onde vim não havia muita iluminação? Minha mãe sabia disso e de vez em quando me presenteava com uma lanterninha. E muitas pilhas... E isso se faz presente em mim até hoje, com uma diferença. Apesar de comprar às vezes lanternas simples e outras com novidades tecnológicas, procuro sempre mantê-las em locais estratégicos, de fácil acesso. E alertando a todos sobre aquele local. Assim ficará automatizada a sua busca quando necessário for.
Da mesma forma posso citar as ferramentas em geral (não precisa fazer um painel, como em uma oficina, basta que você saiba onde encontrá-las), os CDS de instalação para os computadores, o local para os remédios de um “kit” caseiro, onde guardar os carregadores para tudo que é equipamento... Saber onde está um alicate de pressão, uma chave inglesa, uma fita isolante, de imediato, pode ajudar muito! E somente a organização possibilita isso.




Agora: possuindo estas condicionantes "do BEM", por outro lado vemos a condicionante do MAL. Armazena tudo o que é porcaria, em todos os sentidos. Pornografia, vídeos idiotas e todo tipo de bobagem em geral, que quase sempre "bomba na web" como se diz popularmente.
Quanto ao direito de expressão, este deve ser respeitado ao máximo. Todos tem o direito de manifestar suas ideias, repito: no caso do Facebook as postagens diversas, cartazes, orações, correntes, preces, politicagem etc.
No mundo inteiro briga-se por tudo e boa parte das populações constantemente são praticamente dizimadas ou seriamente prejudicadas por essas ações. Há conflitos armados por interesses comerciais, econômicos, geográficos, raciais, religiosos, políticos etc. A simples regra do respeito mútuo às ideias não é sequer lembrada. A única diferença entre as guerras dos povos antigos e as guerras “modernas” é que aprendemos a matar, a destruir, de forma mais rápida. E na grande maioria dos ataques das guerras atuais pessoas podem atingir alvos e matar centenas de semelhantes sem estar perto. E de forma “virtual”, como em um jogo de videogame... A um simples aperto de botão e “bum”... Milhares de mortos e feridos. Seria tudo isso causa da natureza de nossos espíritos ainda não adequadamente evoluídos?
E, dentro da insignificância do ser humano diante da grandiosidade do Universo, sequer conhecemos a nós mesmo... E de grande parte da natureza em que vivemos. Vamos citar, por exemplo: o homem gasta fortunas para enviar suas naves em direção ao cosmos para tentar uma descoberta longínqua que possa nos beneficiar. Mas ao mesmo tempo quase nada sabe sobre seu próprio cérebro! Como funciona e como “consertá-lo” em caso de defeitos... E por outro lado, se avança em direção aos céus, pouco conhece dos oceanos e dos mares aqui na terra, não sabendo o que está escondido em suas profundezas. Também sobre a própria terra não sabe quase nada. A alguns quilômetros consegue extrair petróleo, mas se pensarmos a amplitude das camadas da terra não conhecemos praticamente nada.
A tecnologia que avança no mundo todo está presente no Brasil, não é? Sim, não resta dúvida! Temos aparelhos celulares de última geração, aplicativos que nos trazem soluções de vida incríveis, com várias facilidades. Mas não podemos usá-los, tendo em vista que somos constantemente alvos de ladrões, os quais além de nos roubar muitas vezes tiram nossas próprias vidas! A própria polícia, por reconhecer o perigo constante e a sua impossibilidade de garantir a segurança dos cidadãos, orienta que não usemos nada que chame atenção, para não andar com celulares, dirigir sempre com os vidros fechados, enfim... Quem é rico pode gastar muito, manda blindar seus carros, sua casa, contrata seguranças particulares e se protege mais um pouco. Por outro lado quem é pobre ou remediado que se vire. E que peça a Deus para ter sorte de não cair na mão de ladrões e no caso de serem roubados que pelo menos não sejam assassinados friamente após ou durante os assaltos, roubos.



E dos quadros em diversos programas de televisão no qual a figura da Presidente da República é ridicularizada ao extremo, com deboches, inclusive utilizando palavras e expressões de baixo calão, em um verdadeiro desrespeito à autoridade que o cargo merece? Isto é democracia? Ou anarquia? E tudo isto é tido como “engraçado”, ou seja, as crianças, a juventude em si assimila esta cultura da anarquia “na boa”. Entendo que mesmo que não se goste de um governo ou governante um mínimo de respeito é devido à figura de uma autoridade.
As deficiências na área da Saúde são tantas que falta espaço para comentá-las e seria necessário um livro para que tudo fosse abordado. Atendimentos que não prestados a vítimas que padecem nos corredores dos hospitais e que às vezes até morrem à míngua em frente a unidades hospitalares, falta de remédios básicos nos postos de saúde que proporcionem um mínimo de respeito para as populações de baixa renda, impostos altíssimos que oneram o custo de medicamentos, estão entre os principais problemas. Como pode um cidadão idoso que ganha o salário mínimo ou pouco mais – e que necessita de remédios continuados para a manutenção de sua vida, pagar mais do que R$ 500,00 mensais por remédios? Como ele irá fazer para o resto de suas despesas, como alimentação, vestuário, transporte, pagamento de luz e água, enfim... Não dá mesmo. Isto gera naturalmente um natural descontentamento por parte dessas pessoas, ao mesmo tempo em que sabem dos altos salários dos políticos e dos desmandos que ocorrem no país que em sua maioria ficam na impunidade.
Em seguida, prevê que são Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário, mas na real, eles se comportam de forma divergente, autônomos e separados do Estado, pagando salários diferentes para cargos de mesmo nível gerencial e operacional, criando desarmonia, desconfiança e aristocracia no poder público. Ainda, aparece uma função essencial da justiça com direito à independência funcional e administrativa se estabelecendo como um quarto poder e separado do Poder Executivo. Na constituição só há três Poderes.